No tempo dos Mussambês, não tinha do que ter medo

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O vídeo “No tempo dos Mussambês, não tinha do que ter medo: impactos do agronegócio sobre a vida das mulheres da Chapada do Apodi” é fruto de uma pesquisa realizada pelo Núcleo Tramas – UFC com o objetivo de analisar os impactos do agronegócio sobre a saúde das mulheres que vivem na Chapada do Apodi – Ceará. “No tempo dos mussambês, não tinha do que ter medo” foi a expressão usada por Maria de Fátima, poetisa que vive na comunidade do Tomé (Chapada do Apodi), para explicar o antagonismo entre dois tempos: o dos mussambês, arbusto florífero que antes existia em abundância na região, e o tempo marcado pelo avanço das empresas agrícolas sobre seu território.

O vídeo apresenta as diversas transformações sociais, ambientais, econômicas e culturais provocadas pela modernização da agricultura a partir do olhar das mulheres. Elas narram suas trajetórias de luta, existência e resistência frente a um modelo agrícola promotor de injustiças e desigualdades ambientais que impactam violentamente suas vidas e repercutem sobre a saúde.

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Ficha
  • Autoria: Mayara Melo; Lourdes Vicente; Emanuelle Rocha; Andréa Camurça
  • Entidade: Núcleo Tramas - Trabalho, Meio Ambiente e Saúde/Universidade Federal do Ceará (UFC)
  • Ano: 2015
  • Duração: 22 minutos

Localização
  • Comunidade(s): Comunidade do Tomé; Comunidade de Carnaúbas; Acampamento Zé Maria de Tomé;
  • Cidade(s): Limoeiro do Norte
  • Estado: CE
  • Bioma: Caatinga

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